Na Inglaterra, representantes da Fiocruz discutem zika
Mundo - 07/11/2018
O seminário foi organizado em parceria com o escritório europeu da OMS
Como parte da série de seminários sobre História da Saúde Global, um evento na Universidade de York, na Inglaterra, reuniu acadêmicos, ativistas e formuladores de políticas para discutir a epidemia brasileira de zika, seu contexto e seus desdobramentos. O seminário foi organizado em parceria com o escritório europeu da OMS.
Os especialistas analisaram o papel do governo, do SUS, da Fiocruz e do movimento social de mulheres afetadas durante e depois da epidemia. Eles ressaltaram que a crise de zika não acabou e destacaram a importância de uma abordagem interdisciplinar para o tema, pois trata-se de um problema científico, social e de saúde pública.
Para os especialistas muitos dos desafios encontrados no momento em que a crise começou persistem, como a incerteza, as questões éticas da pesquisa e os rumores sobre o tema e a demora das autoridades de governo para dar uma resposta efetiva. Por ser algo totalmente novo, até para cientistas, a epidemia de zika relacionada aos casos de microcefalia jogou familiares e pesquisadores em incertezas para as quais ninguém tinha respostas.
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