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Hora de voltar à rotina e intensificar a prevenção
29/07/2019

Se você teve esta oportunidade em julho, agora é momento de retomar a rotina

Agosto: hora de voltar à rotina e intensificar a prevenção

Não são férias longas, e para quem não estuda e não tem filhos, amigos ou conhecidos na escola ou na faculdade podem até passar meio despercebidas. Mas, mesmo que rápidas, as férias de julho proporcionam um pouquinho de descanso.

Se você teve esta oportunidade em julho, agora é momento de retomar a rotina. É momento de recuperar o fôlego e ganhar disposição para seguir até o fim do ano. Já que as férias que estão terminando foram, principalmente, escolares, vamos tomar como exemplo a escola.

Quem vinha bem nos estudos, ótimo! Agora precisa apenas retomar o ritmo e mantê-lo até o fim do ano. Já quem não estava bem precisa ficar alerta e se esforçar para recuperar logo o tempo perdido. Afinal, não adianta passar o ano todo sem estudar e querer recuperar o tempo perdido no fim do ano, nas provas finais e na recuperação, não é mesmo?

Pois o mesmo vale para a prevenção à dengue, à chikungunya e à zika! Não adianta nada passar o ano todo sem se prevenir e querer recuperar o tempo perdido quando o verão voltar! Mesmo que haja uma maior concentração de casos nos meses mais quentes, estas não são doenças de uma única estação, e o mosquito transmissor das três, o Aedes aegypti pode representar perigo também durante o inverno.

Os ovos do Aedes aegypti podem sobreviver cerca de um ano em ambiente seco. Para a larva do mosquito eclodir é preciso que o ovo entre em contato com a água, mas se o local em que foi depositado não for eliminado, ele ficará ali esperando o momento propício para dar origem a um novo mosquito. Uma chuva fraca, por exemplo, poderá fazer a larva eclodir e trazer o perigo dessas doenças de volta.

Ou seja, com a queda na temperatura o Aedes aegypti pode até se ausentar, mas não desaparece. É como se ele ficasse escondido se preparando para, a qualquer momento, atacar novamente. Por isso, é fundamental manter e até mesmo intensificar as ações de prevenção durante o inverno.

Inclusive porque hábitos não surgem da noite para o dia e, no combate à dengue, à chikungunya e à zika, não tem jeito, a prevenção deve ser transformada em hábito e incorporada à rotina. Então, agora, com as aulas sendo retomadas, que tal se esforçar e se empenhar para garantir férias tranquilas no fim do ano. Sem recuperação e sem dengue, zika e chikungunya!

Como o mosquito transmissor tem hábitos domésticos – a maior parte dos focos de Aedes aegypti estão dentro das residências –, as ações preventivas de eliminação de focos dependem do empenho de todos. Na prática, isso significa criar e manter uma rotina para impedir que o Aedes aegypti encontre, dentro de sua residência, locais propícios para procriar. Com 10 minutos por semana você poderá fazer isso.

Pode parecer pouco, mas este intervalo é determinado pelo ciclo de vida do mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e da zika. Como este ciclo leva, do ovo até a fase adulta, cerca de 7 a 10 dias, se a verificação e eliminação dos criadouros forem realizadas uma vez por semana, será possível evitar o nascimento de novos mosquitos.

Então, uma vez por semana, identifique calhas e declives no terreno e ralos que possam estar entupidos. O mesmo vale para a caixa d’água – cheque se está fechada corretamente – e para os recipientes que possam acumular água. E não se esqueça de colocar terra nos pratos dos vasos das plantas ou removê-los, de tampar os vasos sanitários e acondicionar o lixo corretamente.


Denúncia de focos



As secretarias Municipais de Saúde são as responsáveis pelo combate direto ao mosquito.

Clique aqui e veja como entrar em contato com a secretaria de sua cidade.
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